sábado, 30 de abril de 2011

Me dando mais força para continuar

Ela perdeu 50 kg em 8 meses
Depois de passar a adolescência gordinha e tentar todas as dietas possíveis, Alexandra Caprioli Fontolan, que é empresária do ramo de turismo e professora universitária, descobriu a fórmula perfeita
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Foto: (Arquivo Pessoal)
Exercícios e reeducação alimentar! A mudança é de cair o queixo. Porque, além de perder 50 kg em apenas 8 meses, virou corredora. É isso mesmo. Alexandra, de 1,65m de altura, já pesou 105 kg, mas reduziu esse número para os 55 kg.
Ela fez acompanhamento com uma personal trainer chamada Cuca Barthelson, de Campinas (SP). A professora desenvolveu um método de emagrecimento que soma hábitos alimentares saudáveis a exercícios físicos. Eu seguia um cardápio e me baseava em uma apostila de receitas light, que a Cuca me entregava toda semana. Tive que fazer um diário onde anotava tudo o que tinha comido, a quantidade e o horário. Isso ajuda a ter consciência e evitar as escapadelas, ensina a empresária de 40 anos.
Junto com a dieta, Alexandra fazia aulas de ginástica, três vezes por semana. Sábado e domingo, nada de folgas! Aproveitava para andar no parque. Meu foco eram os aeróbios. Praticava step, jump e caminhava bastante. Após 4 meses, comecei a correr, e isso deu uma acelerada na minha dieta.
Depois de emagrecer, plástica
A perda de peso não deixou Alexandra flácida, pois, ela malhou muito durante os 8 meses (e continua!). Mas, algo ainda a incomodava. Depois de mais de um ano mantendo o peso, achava que meu corpo poderia ficar melhor. Eu estava bem magra, mas, sem nada de seios. E eu ainda tinha muitas estrias na barriga e excessos de pele por causa da gravidez. Foi quando tomei a decisão de colocar silicone e fazer plástica. Alexandra procurou um cirurgião para fazer as mudanças. Aí eu fiquei ainda mais feliz. Podia usar biquíni numa boa.
Quando começou o processo, Alexandra conta que nem sonhava em ser magra. Eu só queria perder um pouco. Mas, conforme ia emagrecendo, fui percebendo em mim qualidades que eu não me lembrava, como a persistência e a perseverança. E segui em frente, lembra Alexandra que se mantém em forma há quatro anos.
Casamento mais felizDepois de 20 anos com meu marido - há 12 casados -, ele me disse que queria casar comigo de novo, ao me ver magra, conta emocionada. Ele sempre fala que eu estou linda, até quando visto uma calça jeans com camiseta branca. A empresária agradece a ele, que, independentemente de quando marcasse a balança, estava sempre por perto e carinhoso. O Alberto sempre me apoiou e queria me ver magra, e me incentivava, relata ela que recorda que o processo de emagrecimento mexeu com a família toda. Afinal, todos tiveram que se privar de ir a restaurantes por um período, mas souberam compreender bem.
Meu filho Leonardo, hoje com 9 anos, curte demais ter uma mãe corredora, mas, ficou com medo de não gostar de mim quando me visse magra. Ele tinha 5 anos e, ao explicar a ele que ia fazer uma dieta, me falou: "Tudo bem, mãe. Mas, se eu não gostar de você magra, você vai ter que engordar de novo!", recorda-se rindo. Ela conta que, atualmente, todos falam que ela está muito mais carinhosa. E eu acho que é verdade mesmo, pois, só quando a gente se ama, pode amar os outros.
Com a auto-estima lá em cima, a empresária não deixa de se cuidar. Está sempre arrumada e de olho na alimentação. E nunca mais deu chance aos rompantes de gula. Um prato de comida não pode ser mais forte do que eu. E, como venci uma batalha muito dura, penso que não há nada na vida que eu não possa conquistar.
Revista Metropole

terça-feira, 19 de abril de 2011

Alguns casos impressionantes de emagrecimento!!


O “The Biggest Loser” é um dos programas de maior audiência no Canadá. No reality show, várias pessoas obesas disputam entre si quem consegue eliminar mais peso. As fotos a seguir mostram casos impressionantes de emagrecimento realizados no programa!!!






segunda-feira, 18 de abril de 2011

Apresentando...

Essa é minha recente foto
 tirei dia 13/04
na Faculdade




Meus dois melhores amigos da desde o começo da minha Reeducação Alimentar!!!!


 Meu prato (Isso mesmo, é infantil ,pois tenho que começar a me reeducar)!!!
 Minha balança que minha Linda mamãe me deu no Natal!!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Minha geladeira está assim agora!!!

Estou de casa Nova!!!!!!!!!!!!!!!

Bommmmmmmmmmm Diaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!

Como vcs podem perceber estou muito feliz,pois saí da casa dos 90!!Deus sabe o quanto eu abdiquei de coisas que eu "gostava" para chegar até aqui!!Confio no Senhor que Ele e Nossa Senhora me ajudaram a eliminar todos os quilos que eu preciso!!Só que mpassa ou já passou sabe a felicidade que hj estou sentindo!!!

Nossa fiquei tão radiante que saí ligando para minha irmã ,minha mãe!!Falei também com o meu esposo que me ajuda muito (mas ele não sabe que tenho esse blog ,pois não sabe o meu peso).Desde o nosso namoro eu jamais falei o peso que eu tinha e isso já faz 5 anos!
No momento certo eu revelo!!
Aí vai o meu peso de hj!!!

Estou muito muito FELIZ!!!














terça-feira, 12 de abril de 2011

Quando a dor de ser obeso é maior do que o prazer de comer

Quando a dor de ser obeso é maior do que o prazer de comer


Na contramão dos mais de 150 mil brasileiros que optaram pela cirurgia de estômago ou daqueles que lotam os consultórios médicos em busca de uma fórmula para emagrecer, Patricia Faccio Marques, 37 anos, decidiu encarar a luta contra a obesidade não com o bisturi, mas com duas armas há tempos recomendadas pelos médicos: reeducação alimentar e exercícios.
Foi desta forma, e com muita força de vontade, que a professora de química de sorriso fácil e voz suave conseguiu perder 50 quilos em um ano. Para chegar à meta ainda faltam mais 30 quilos.
No auge da obesidade, há dois anos, a balança alcançou os 147 quilos e seu Índice de Massa Corporal (IMC) era 41. A cirurgia bariátrica é recomendada para obesos com IMC de 40. Mas não foram os números que a assustaram.
“Eu estava no banheiro de um shopping, e vi uma criança me olhando. Eu sorri e ela me perguntou: ‘Tia, por que você é assim?’ O que você responde para uma criança nessa hora?”, relembra.
A pergunta ecoou com mais força ao ver-se em uma foto, durante uma viagem à Paranapiacaba. “Eu vi o meu tamanho. Não cabia mais nos lugares, ficava apertada na poltrona do cinema. Deixei de ir a parques de diversão porque não cabia em nenhum brinquedo, não passava a catraca do ônibus. Quando ia sair, pensava ‘será que vou caber na cadeira?’”, relata.
Vestir-se também passou a ser um problema. Usando número 62 de calça, nem nas lojas especializadas para tamanhos grandes ela encontrava roupas que lhe servissem. Qualquer peça nova tinha de ser feita sob medida. “A obesidade começou a me incomodar pela primeira vez na vida”, relata.

Patricia nunca foi uma criança magra. Fez seu primeiro regime aos 5 anos, quando chegou a tomar remédios. Foi engordando mais em cada fase da vida, mas sente que perdeu o controle com a separação dos pais, aos 11 anos. Na época, além da nova situação, teve de assumir os cuidados com a casa e com os irmãos e a falta de tempo para cuidar de si resultou em quilos a mais. Durante toda a vida, tentou
dietas da moda, remédios, fórmulas manipuladas, academia de ginástica, caminhadas no parque. O resultado foi o famoso efeito sanfona (engorda-emagrece).
As formas arredondadas, porém, nunca a incomodaram. “Sempre fui gordinha, sempre fui feliz, tive namorado, casei. Eu ia à praia e usava biquíni porque aquela era eu, não estava preocupada se as pessoas achavam bonito ou não”, afirma.
No entanto, a foto e a criança trouxeram à tona o descontentamento com a figura que naquele momento estava refletida no espelho. “Passei a não gostar do que via, não me sentia confortável nas minhas roupas. Foi então que decidi mudar.”
A virada
Aos 35 anos, Patricia foi demitida da empresa onde trabalhava há 10 anos. O que era para ser um revés virou uma oportunidade para finalmente olhar para si. Apoiada pelo marido, decidiu parar de trabalhar para colocar em prática o que sempre não passou de um projeto: emagrecer. O momento coincidiu com o emagrecimento de uma amiga, que passou a “fórmula”: alimentação regrada, atividade física intensa e muita dedicação. Nada de remédios ou dietas milagrosas.

Empolgada com o exemplo e cheia de força de vontade, matriculou-se em uma academia próxima de casa. Com a ajuda de uma professora de educação física e uma nutricionista montou uma rotina de treino de seis horas diárias de exercícios e um cardápio de 1600 calorias.

Pela manhã, dividia as quatro horas de ginástica entre alongamento, musculação, hidroginástica e caminhada na esteira. À noite, acompanhada pelo marido, passava mais duas horas entre a piscina e a esteira.
No cardápio, arroz, feijão, salada, carnes, pães, quase nada foi cortado. O que mudou foi a quantidade. Até doce de leite entra na dieta. “Eu posso comer doces, mas me preocupo com quanto. Se fosse a comida que engordasse, não ia ter gente magra no mundo. Eu fui aprendendo a ter bom senso na hora de comer. Minha porção semanal, por exemplo, é de seis brigadeiros pequenos, ou duas colheres de doce de leite, que eu adoro”, conta. Além disso, ela prefere consumi-los aos finais de semana ou depois do almoço, por exemplo.
Na geladeira, alimentos saudáveis como legumes, frutas e verduras ganharam mais espaço. A pimenta e o gengibre, que ajudam o metabolismo, foram inclusos no dia a dia. A única coisa banida foi a fritura.
“Não faz sentido colocar gordura para dentro se o objetivo é colocá-la para fora”, reflete. O óleo não é usado nem para refogar o arroz ou o feijão.
Quando sai com os amigos, resiste às porções de batata-frita e outras frituras e procura no cardápio o que parece menos calórico. Ao viajar, leva na mala o liquidificador, gengibre e salada. “Como nem todo mundo tem o hábito de comer salada, eu sempre levo. E meu suco com gengibre não pode faltar, então eu me garanto”, ri.
O desânimo não teve tempo nem espaço nessa nova rotina, já que tanto sacrifício é, desde o início, rapidamente recompensado. A cada semana, Patricia perde em torno de um quilo, somando uma média de 4 quilos ou até 6 quilos por mês. As roupas, que antes não cabiam, passaram a ficar folgadas e ela já consegue encontrar algumas peças em lojas no shopping. Andar de ônibus não é mais um problema e a cadeira do cinema passou a acomodá-la sem grandes preocupações.
Metade do caminho
Hoje, 50 quilos mais magra e 10 manequins a menos, a química voltou ao mercado de trabalho, e se esforça para manter na agenda pelo menos quatro horas de exercícios diárias. O objetivo é alcançar os 70kg, menos da metade do seu peso inicial, até o fim deste ano. “Mas não sei se é o ideal porque nunca fui magra, não sei como vou ficar”, diz. O caminho até agora foi árduo, não só pela rotina puxada. A batalha mais complexa ela ainda está travando: precisa aprender a controlar a compulsão alimentar.
“Assim como um drogado busca a droga, ou um alcoólatra busca a bebida, o obeso busca a comida. Sou igual a um drogado. Eu passei por perdas grandes nos últimos meses e muitas vezes busquei a comida como solução para aquela tristeza. A comida é uma droga, se usar muito posso ter uma ‘overdose’, que se reflete no meu corpo”, relata. Para ela, a sociedade encara o gordo como um “folgado e preguiçoso” e não consegue enxergar que obesidade é uma doença.
“As pessoas entendem quando alguém tira licença do trabalho para cuidar de uma dor nas costas, ou qualquer outro problema de saúde. Eu tinha IMC de obesidade mórbida, que poderia me levar à morte. Mas ninguém compreendeu quando eu parei de trabalhar para cuidar da alimentação e fazer exercícios. E nenhum médico pensou em me dar um atestado para que eu pudesse passar um tempo me tratando”, reflete.
Ao ser perguntada de onde tira tanta determinação para resistir firme às tentações, ela fala com tristeza. “Quando a dor de ser obesa é maior do que o prazer de comer, você emagrece.”

PARABÉNS,VOCÊ MERECE TODA FELICIDADE DO MUNDO!!!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Criei coragem e postei minhas fotos DA MINHA TRANSFORMAÇÃO

O dia em que eu fiquei traumatizada comigo mesmo!!!
95,500

Aqui eu já estava no meu processo de emagrecimento!!
Havia já eliminado 2kg

Eu já com 91,600....
Desistir,JAMAISSSSSS